licença poética

de um

filme clássico

dos anos 60

– o pagador de promessa –

 

trazendo

pros

nossos tempos

 

afinal

 

quando foi

que

nos tornamos

 

pagadores

de boletos?

 

 

sinto

que

fazemos

a maiores loucuras

por eles

 

os boletos

 

barcas furadas

 

cotoveladas nos coleguinhas

 

nos tornamos

o

pateta

no volante

 

mas

a culpa

é sempre

dos

boletos

nunca nossa

 

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